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Só vi agora, antigo, Hardcore é filme de valentão, mas “com história”

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  Tropecei em Hardcore por indicação do Barcinski. De 1979, dirigido por Paul Schrader, dono de extensa filmografia, seja na direção, ou em roteiros. Talvez o mais marcante seja Taxi Driver, de Martin Scorsese, que saiu anos antes, 1976. Filmaço com Robert de Niro e companhia, além do caso da Jodie Foster e tal. Parece que Schrader tentou ir meio nessa temática, com o longa que tem como protagonista George C. Scott. Aqui, o ator já era famoso, oscarizado e lá com suas 51, 52 primaveras – veio a falecer em 1999 – e fez as vezes de um pai de família conservador, religioso, que mora em uma cidadezinha e tal. Tudo muito bem, tudo muito normal, até que sua filha desaparece durante uma viagem escolar. Como a polícia meio que dá de ombros, Jake VanDorn inicia uma busca por conta própria. Nessa aparece outro ator de cara conhecida. Peter Boyle é Andy Mast, um detetive/investigador que descobre a participação de Kristen VanDorn em um filme pornográfico de qualidade e origem duvidosas, para ...

Só vi agora, comédia Frances Ha mostra como é duro dançar conforme a música

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Momento Só Assisti Agora, Frances Ha é de 2012, e foi lançado no Brasil em 2013. Creio ter visto antes algum trecho, depois com a repercussão de Modern Love na voz de Zaho de Sagazan meio que lembrei vagamente. A ficha só foi cair de vez quando li uma resenha – bacana, aliás – sobre A Pior Pessoa do Mundo (não assisti ainda) lá do Cartas a Plutão . E, no fim do texto, a indicação do filme alvo do meu pitaco da vez. Se ainda desconhece, depois de todo esse tempo vai que, né, o longa de quase hora e meia tem a direção de Noah Baumach. Do ótimo Histórias de Um Casamento (2019)  . Calma, Frances Ha é bem mais tranquilo. Eu acho. Até porquê o tema tem lá suas diferenças. Vivida por Greta Gerwig, Frances é uma jovem que sonha em ser dançarina famosa, ao mesmo tempo em que divide apartamento com a amigona Sophie, interpretada por Mickey Summer, que também tem suas ambições, e, digamos, é mais pé no chão do que Frances. A personagem principal convive com série de perrengues típica da vida...

Ao som de um bom jazz, filme The Mastermind é primeira dica do ano

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  * Editado hoje (6), pois é a segunda. A Meia-Irmã Feia furou fila. Na tentativa e erro de apontar The Mastermind como um bom filme, estou há uma semana volte e meia a pensar nele. Concorreu na Palma de Ouro, em Cannes, perdeu para o iraniano Foi Apenas Um Acidente. Lançamento da Mubi, saiu em outubro de 2025, e dirigido pela Kelly Reichardt – também correu em Cannes e viu o prêmio ir para Kleber Mendonça Filho, de O Agente Secreto. Na real é a primeira produção dela que assisto e, ao que pesquisei rapidão, tem moral, sobretudo nos EUA, circuito independente. Bobear vou caçar mais coisas dela. Tiver sugestões, mande aí. Se não assistiu The Mastermind, resumidamente, a história parte da ideia de um cara que planeja roubar uns quadros de arte situados no museu da cidade, interior dos States, década de 70, à luz do dia. No caso, o homem é James Blaine Mooney, interpretado por Josh O’Connor (lembrete rápido, em Cannes deu Wagner Moura). Arranja uns comparsas tão amadores quanto ele e ...