Por um Ato de Resistência fui conhecer o Teatro de Bolso
Fazia tempinho que não emendava um rolê meio “saia do sofá e vá!” Sábado tava lá, meio de intruso no novinho Teatro de Bolso da Flor e Espinho. Ato de Resistência. Nome do espetáculo do Teatral Senta Que o Leão é Manso. Idealizado em Três Lagoas em 1978 e censurado pela ditadura da época, só consegui assistir agora. Com Marcello Piccolli de elo entre a origem e a releitura aos dias atuais, a peça cai como uma luva na divulgação/inauguração do espaço. Junto com a lembrança e homenagem para Roberto Figueiredo. Pouca coisa escapa do leque crítico explicitado pelo quinteto em cena. Da injustiça social, aos cartazes levantados a chamarem a atenção aos problemas de agora, Ato de Resistência é auto explicativa, reflexiva, e ao fim das contas uma esperança em forma de resiliência cultural em Campo Grande e Mato Sul. Fica aqui o registro modesto deste que escreve. Certamente terei zero coisa importante a acrescentar sobre o que já foi dito sobre a obra. Muito inter...