Inquieta, som da Kim Gordon é a dica da vez
Lá vai dica talvez pouco imparcial. Kim Gordon é queridona deste que escreve. Icônica desde Sonic Youth, a nova iorquina criada em Los Angeles, segue autêntica. E, na essência, muito mais rock que porrada de marmanjo por aí. A penúltima coisa que havia escutado dela foi Little Trouble Girl (tudo bem é antiga, então achei agorinha um clip ao vivo com ELAS). Petardo com aquela ironia inerente a ela e a outra mulher massa das antigas: Kim Deal, by Pixies, e, ao lado da sister gêmea Kelley Deal, no The Breeders. Banda aliás, que emplacou até “hit”. Ao menos na minha época, com Cannonball. Certeza, já deve ter visto ou escutado. A última havia sido um vídeo dela em cima de ByeBye, de 2024. Som que a artista repagina neste trabalho. Kim Gordon vem muito antenada com o álbum Play Me . Que fui tropeçar por meio da newsletter Torpedo, feita por Thales de Menezes. São 12 faixas em exatos 29 min e 59 segundos. Aposentou faz horas os experimentos baixistícos e guitarrísticos dos tempos de Thurston...