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Pra quem curte, só vi agora, Um filme sobre os Pixies

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  A dica da vez na real está por aí faz uns 20 anos. E, é daquela modo “para fãs”. loudQUIETloud – Um filme sobre os Pixies, de 2006, só vi essa semana. Icônica banda de rock estadunidense. Tá ligado Clube da Luta? Filmaço em que uma das cenas rola explosão de prédios e tal, sob olhares de um casal (Edward Norton e Helena Bonham Carter), e ao fundo o som da música Where Is My Mind, né. Pois é, no começo do documentário já rola esse petardo. F…stico. Dirigido por Steven Cantor e Matthew Galkin, em menos de uma hora e meia, mostra um pouco dos bastidores da reunião da banda para uma turnê, a primeira depois que a banda tinha acabado, em 1992. De cara, o longa manda nos caracteres os motivos do término do grupo. A partir daí, o líder Black Francis abre os trabalhos, tateando respostas em uma entrevista jeito quase protocolar. Óbvio, a líder Kim Deal divide o protagonismo. A dupla, na real, é a alma do quarteto. David e Joey Santiago, coadjuvantes de luxo, aparecem e parecem mais human...

Só vi agora, peça Seco, a marca é Fulano di Tal

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  Mais um da série, só assisti agora. Seco. Do Fulano di Tal. Coincidência, há mais ou menos um mês assisti Petúnia no mesmo bat-local.     Pelo que pesquisei rapidinho já tem uns quatro anos. Desta vez, foi sexta-feira no Teatro Prosa. Como disse alguém depois do espetáculo, “ainda estou confusa”. Mas, no bom sentido. Ela saiu da sala com impressão bem positiva. Sexta-feira é dose. Se for de vinho, pode ser reconfortante. No palco, dois fulanos – interpretados por Edner Gustavo e Douglas Caetano - se veem às voltas com um vizinho misterioso. Para um, a pessoa que mora ao lado é quem faz uns telefonemas misteriosos. Nesse clima o enredo dirigido por Marcelo Leite – com colaboração de Bruna Neto - se desenvolve. Na relação dos personagens, com influência também dos efeitos nada isolados isolamentos da pandemia. Longe de soar datado os dilemas, as dúvidas, amor, rejeição, vontade de querer gritar, matar, morrer, e, por aí vai. “Acho que a repetição dos diálogos é porque sã...

Nova temporada de Machos Alfa ainda faz rir, e a coisa ficou mais séria

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Matei a temporada 5 de Machos Alfa em uma tarde/noite. Tudo bem, nem é tanto assim, seis episódios de mais ou menos meia hora cada. Pra mim, é um feito esse lance de maratonar. Arrisco a dizer que nos últimos anos a série espanhola é minha preferida. Entretanto, creio que só mais uma já ba Nesta recente remessa que saiu nesse mês de abril, basicamente os ingredientes que fizeram a criação de Laura e Alberto Caballero cair no gosto além da península ibérica estão lá. Se na primeira, groselhei com “Homens riem com Machos Alfa. Mulheres são gargalhadas” , lá no sabotado Drugstore, em 2023, o baguio foi ficando sério (assim, na medida do que é isso na série né). Ao menos pelos títulos dos outros pitacos, já no bloguinho que aqui se queda. Confira (ou não): Machos Alfa volta e arrisca ir além de zoar do machismo – junho 2024 E Machos Alfa segue sua desconstrução em várias direções – janeiro 2025 Nova temporada de Machos Alfa põe as mulheres no rolo – janeiro 2026 Enrolei pacas já. Tal qual ...

Domingo-feira

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 F ez e fará diferença para zero pessoa, escrevi há um tempinho sobre se as feiras culturais/criativas/brechós/ gastronômicas seriam mais uma “moda” passageira na castigada e mal amada Campo Grande. Quiser ler depois clique aqui . Creio, e que bom, ter errado. Neste domingo, sem ter o que fazer, sem ter o que pensar, me forcei a sair de casa para o tédio de domingo não me pegar. Muito. Fui ao Bosque da Paz. A maior e talvez a mais “elite” delas – olha só, é só impressão, por isso as aspas, e não crítica – e, cara, a feira tá um monstro. Acho muito massa. Em meu caso, quase não consumo, só um chopp e, devido ao fator preço, mais umas duas latinhas. Aliás, fiquei com a sensação do copo caber menos de 440, pois 350 quase encheu o copo. Deixa para lá, não sou Inmetro. Enfim, puxei uma cadeira lá na tendinha, tava rolando um pop rock interessante. Certa altura, o vocal ofereceu Anna Júlia  para uma conhecida. Perguntei para a mãe dela, acho que era, qual era o nome da banda. Me exp...

Fui tomar um chopp só; lembrei de Ainda Estou Aqui

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  Sabadão, findou o dia, chegou a noite precisava sair de casa, ou não ganhou o ID do precisava Este aqui é da série “não compartilho nas redes” Se ler por aqui, é porque realmente quer vir aqui O motivo me desinteressa. Fica. Ou, você que sabe Fato é que, literalmente, perdi ou ganhei uma hora com os dois pés fora da goma parei na praça de bebes e comes Ser sozinho tem dessas coisas as crias viajaram ninho vazio, “casa do diabo”. minha parte ateu cada vez mais forte Me vê um chopp de 500 Música ao vivo. Sertanejo. Ao menos o artista realmente gosta Eu? Tou aqui pra não pensar em nada Unitário, sobra tempo de observar O entorno, as pessoas, atendentes Porém, sério, rolou um momento Ainda Estou Aqui Ao lado do quiosque onde pedi em volta de uma mesa uma moça e suas duas filhas do meu ladinho A menor correspondeu ao meu aceno enquanto a genitora se ocupava com a telinha Achei graça, sorri as três a curtir o momento de posse de açaí e burgers fotinha para registrar o momento Teve tamb...

Tuyo faz dez anos e me deu um certo Pique escrever sobre

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Tudo bem, nem sei se é muito minha praia musical. Na real, sei lá se tenho uma. Acho que tou mais para ilha, eu e o senhor Wilson... Mas, gosto da Tuyo. E, calhou de sair um EP agora, homônimo. Pelo que entendi, mistura umas faixas novas com outras nem tanto. Sete músicas, dezoito minutinhos no Pique   bem característico. Do que me lembro, comecei a gostar do trampo das irmãs Lio, Lay, mais o Jean com Tudo Volta , e Vidaloca. Também participam de Flamingos, com o Baco Exu do Blues. Tampouco sabia que o trio formado em Curitiba completa dez anos neste 2026. Juro, pura coincidência textar agora sobre o trampo que surgiu lá do Paraná. Hoje em dia, tá consolidado. Que bom! Só deu vontade mesmo. Sentimento que quando vem tenho de aproveitar para fazer o que gosto: escrever. Dá para reparar, né. Pedir qualidade, aí já é demais… Outro lance que me marcou em relação ao trampo dela foi uma participação em um programa de tevê. Na real, talvez vi no YouTube, daquele que canta um som, troca id...

Só vi agora, comédia Frances Ha mostra como é duro dançar conforme a música

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Momento Só Assisti Agora, Frances Ha é de 2012, e foi lançado no Brasil em 2013. Creio ter visto antes algum trecho, depois com a repercussão de Modern Love na voz de Zaho de Sagazan meio que lembrei vagamente. A ficha só foi cair de vez quando li uma resenha – bacana, aliás – sobre A Pior Pessoa do Mundo (não assisti ainda) lá do Cartas a Plutão . E, no fim do texto, a indicação do filme alvo do meu pitaco da vez. Se ainda desconhece, depois de todo esse tempo vai que, né, o longa de quase hora e meia tem a direção de Noah Baumach. Do ótimo Histórias de Um Casamento (2019)  . Calma, Frances Ha é bem mais tranquilo. Eu acho. Até porquê o tema tem lá suas diferenças. Vivida por Greta Gerwig, Frances é uma jovem que sonha em ser dançarina famosa, ao mesmo tempo em que divide apartamento com a amigona Sophie, interpretada por Mickey Summer, que também tem suas ambições, e, digamos, é mais pé no chão do que Frances. A personagem principal convive com série de perrengues típica da vida...