Só vi agora, peça Seco, a marca é Fulano di Tal
Mais um da série, só assisti agora. Seco. Do Fulano di Tal. Coincidência, há mais ou menos um mês assisti Petúnia no mesmo bat-local. Pelo que pesquisei rapidinho já tem uns quatro anos. Desta vez, foi sexta-feira no Teatro Prosa. Como disse alguém depois do espetáculo, “ainda estou confusa”. Mas, no bom sentido. Ela saiu da sala com impressão bem positiva. Sexta-feira é dose. Se for de vinho, pode ser reconfortante. No palco, dois fulanos – interpretados por Edner Gustavo e Douglas Caetano - se veem às voltas com um vizinho misterioso. Para um, a pessoa que mora ao lado é quem faz uns telefonemas misteriosos. Nesse clima o enredo dirigido por Marcelo Leite – com colaboração de Bruna Neto - se desenvolve. Na relação dos personagens, com influência também dos efeitos nada isolados isolamentos da pandemia. Longe de soar datado os dilemas, as dúvidas, amor, rejeição, vontade de querer gritar, matar, morrer, e, por aí vai. “Acho que a repetição dos diálogos é porque sã...