Em noite “caótica”, Aquele, Aquela, Menos Ela foi um quentinho no coração
Pode parecer mentira, mas na quinta-feira em que a cidade delineou o que pode ser show e o que não, fomos ao teatro. Como disse em texto anterior , gostaria muito de ter ido ver Slash, Axl e companhia. Paciência. Muito contente com quem foi e curtiu, e, lamento, às pessoas que despejaram suas frustrações em ene coisas. Don’t Cry (aliás, acho que nem tocaram essa). Ah, é, teve Zezé de Camargo… obrigado, passo. Atualmente, bem longe. Mas escrevo por aqui como se fosse ritmar batendo o dedo indicador e o médio na palma da mão. Não é inédita, but, Aquele, Aquela, Menos Ela foi um programa bem de boinha lá no Teatro Prosa. Risadas e reinações dos pequenos em meio a uma plateia surpreendente numerosa e um astral leve face ao tanto de coisas numa noite incomum em Campo Grande. Liz Nátali Soria se desdobra por Ela. Basicamente (e põe basicão nisso), “a história de uma menina que gosta de dançar e cantar desde a barriga da mãe”. Pelo pouco que pesquisei, ela bolou a peça antes da pandemi...