Domingo-feira
F ez e fará diferença para zero pessoa, escrevi há um tempinho sobre se as feiras culturais/criativas/brechós/ gastronômicas seriam mais uma “moda” passageira na castigada e mal amada Campo Grande. Quiser ler depois clique aqui . Creio, e que bom, ter errado. Neste domingo, sem ter o que fazer, sem ter o que pensar, me forcei a sair de casa para o tédio de domingo não me pegar. Muito. Fui ao Bosque da Paz. A maior e talvez a mais “elite” delas – olha só, é só impressão, por isso as aspas, e não crítica – e, cara, a feira tá um monstro. Acho muito massa. Em meu caso, quase não consumo, só um chopp e, devido ao fator preço, mais umas duas latinhas. Aliás, fiquei com a sensação do copo caber menos de 440, pois 350 quase encheu o copo. Deixa para lá, não sou Inmetro. Enfim, puxei uma cadeira lá na tendinha, tava rolando um pop rock interessante. Certa altura, o vocal ofereceu Anna Júlia para uma conhecida. Perguntei para a mãe dela, acho que era, qual era o nome da banda. Me exp...