Guns N’ Roses em Campão me detonou um Appetite for Memory
* Editado às 6h43 desta segunda (6) Não, eu não vou. Querer, queria, quero muito. Mas, sem grana, sem chance. Se você vai, divirta-se muito. Mesmo. Poderia dar mil desculpas. Que prefiro ter na memória os caras no auge. Que não pago tudo isso. Que é longe. Gente para reclamar tem de monte. Inclusive, os que podem ir ficam com esses poréns. Sei lá, “investir” o triplo pra viajar e assistir em outro estado um show, pode, né. O importante é a selfie em Interlagos, no Allianz, ou outro pico “descolado”. Em Campo Grande, nem pensar. Não dá rock. Vai mesmo e vá na força. Certeza, ao som do primeiro clássico – e a banda tem de monte – curta. Que se dane se o Axl não é mais aquele. Se Slash meio que força um estilo. Que o Duff de repente tá mais para cerveja do Homer Simpson. Pelo menos numa noite de quinta-feira deixe tudo isso passar. Torcer para não chover. O autódromo tem suas deficiências e, se for de písta, a chance de derrapar um monte aumenta consideravelmente se a água descer em ...