Assisti Mickey 17, fica a impressão de que dava para fazer mais
Um elenco com gente conhecida e um diretor premiado fazem no mínimo dar uma espiada, né. Nem lembrava que Mickey 17 era dirigido por Bong Joon-ho, do ótimo Parasita (2019). A vontade foi aguçada após Estou Pensando em Acabar com Tudo (2020, textei sobre, quiser ler depois, clique aqui ) , em que, pra variar, Toni Collette faz atuação acima da média. Pois é, daí que soube que chegaria ao catálogo da Netflix. Além de australiana, a produção Coreia do Sul/EUA conta com Robert Pattinson, Naomi Ackie, e Mark Ruffalo. A ficção científica de menos de duas horas e meia foi baseada em um livro (Mickey 7, do estadunidense Edward Ashton, publicado em 2022, não li), e tem pitadas de crítica ao avanço desenfreado da biotecnologia (e o que fazer com a ética), do populismo, narcisismo, fanatismo, entre outros ismos. Um humor ácido, marca tanto de Bong Joon-ho, como, creio da escola sul-coreana. Por exemplo, a série Squid Game/Round 6, de Hwang Dong-hyuk. No caso de Mickey 17, a pegada irônica social ...