Com atuações regaçantes, Malu pulverizou minhas expectativas
Malu é daqueles filmes que se estiver meio pra baixo, melhor esperar um pouco. O drama dirigido por Pedro Freire é capaz de produzir várias sensações durante os seus cem minutos. Pela interpretação de Yara de Novaes, já valeu a ida (novamente) ao Sesc Horto, no meio desta semana. Acompanhada por Carol Duarte, que faz a filha Joana, e Juliana Carneiro da Cunha, que vive a dona Lili, mãe de Malu, faz uma poderosa junção. A impressão é de que o pavio é curto e a bagaça explode ou vai explodir a qualquer instante. Lançado em 2024, queria assistir faz uma cara. Entregou mais do que esperava. Inspirada na atriz Malu Rocha, mãe do cineasta. Se tá meio por fora, vou começar por uma breve resposta a um amigo que perguntou sobre o que é a história do filme. A explicação que mandei por whats para um amigão. “Basicamente, se passa nos anos 90. É sobre uma atriz desempregada, que mora com a mãe (bem) conservadora. E, a filha vem visitá-la. Daí, dá uma porrada de barracos, a mãe é daquela...