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Só vi agora, peça Seco, a marca é Fulano di Tal

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  Mais um da série, só assisti agora. Seco. Do Fulano di Tal. Coincidência, há mais ou menos um mês assisti Petúnia no mesmo bat-local.     Pelo que pesquisei rapidinho já tem uns quatro anos. Desta vez, foi sexta-feira no Teatro Prosa. Como disse alguém depois do espetáculo, “ainda estou confusa”. Mas, no bom sentido. Ela saiu da sala com impressão bem positiva. Sexta-feira é dose. Se for de vinho, pode ser reconfortante. No palco, dois fulanos – interpretados por Edner Gustavo e Douglas Caetano - se veem às voltas com um vizinho misterioso. Para um, a pessoa que mora ao lado é quem faz uns telefonemas misteriosos. Nesse clima o enredo dirigido por Marcelo Leite – com colaboração de Bruna Neto - se desenvolve. Na relação dos personagens, com influência também dos efeitos nada isolados isolamentos da pandemia. Longe de soar datado os dilemas, as dúvidas, amor, rejeição, vontade de querer gritar, matar, morrer, e, por aí vai. “Acho que a repetição dos diálogos é porque sã...

Se pudesse, levaria o baú de Petúnia para casa

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Em momento Só Estou a Escrever Agora. Petúnia, do Fulano di Tal, tá redondinha. Em mais uma ida ao Sesc Horto, sexta-feira (20), Luana Vilela, Nicoli Dichoff, Kelly Figueiredo protagonizam a história de Petúnia (Luana), a mais feia das feias, em uma peça com cenários e figurinos interessantes. Se pudesse, levaria o baú para casa. De maneira tragicômica, a produção que tem entre as mentes criadoras. Marcelo Leite e Douglas Moreira, dá para dizer que é recomendável para todas as idades. Em meio à situações que remetem ao ar mesquinho das cidades que crescem de tamanho e mantém tacanha mente provinciana – sentimentos como inveja e preconceitos simbolizados pela personagem de Nicoli - Petúnia aguenta a vida de bosta de vaca sobretudo pelas parcas lembranças que entende ter de sua mãe. O figurino e maquiagem também a cargo de Edner Gustavo contribuem bastante na montagem e traz cores vivas ao palco. Em meio às memórias, os perrengues de Petúnia, aparece a “Criatura Sem Nome”. Personagem d...