A Empregada é desses filmes que rola passar no mercado antes de entrar no cinema

Cartaz do filme A Empregada (The Housemaid)

A Empregada é um bom entretenimento. Arrisco a dizer que é o melhor filme dirigido por Paul Feig. Baseado no livro homônimo de Freida McFadden (não li), The Housemaid é um thriller/suspense com ingredientes para dar (e tá dando) boa bilheteria no cinema.

E eu nem sabia que Sydney Sweeney era famosa assim. Pois é, é que não vi as coisas em que ela participa. No papel da Millie, faz uma mulher que tem de parar em algum emprego para seguir em regime de liberdade condicional por algo que fez quando era adolescente.
Nem sei se precisava contar a história do longa de pouco mais de duas horas. Bom, vamos lá. Aí ela vai pruma entrevista e consegue ser a empregada de um casal mais uma filha em que vive Nina. Esta sim, foi um dos motivos de eu desejar ver a produção estadunidense. Amanda Seyfried geralmente dá conta do recado. Sei que não é a das coisas preferidas da maioria, mas ainda elenco Lovelace como a melhor atuação dela.
Então, ela é a patroa de A Empregada, e tem um temperamento sinistro, cujo motivo o longa desfralda em momento chave e tal. É casada com Andrew, interpretado por Brandon Sklenar, que herda a riqueza da família Winchester. Um cara de família, gente boa, bonitão, super amoroso com a filha Cece (boa atuação da garota Indiana Elle), visto pelas amigas ricas de Nina como um ser quase Supernatural (tá bom, nada a ver a referência, mas foi mais forte que eu).
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Aparentemente, a cordialidade de Nina com Millie se dilui com o passar dos dias. Saca, parece querer infernizar a vida da empregada, sobretudo psicologicamente. Em uma montanha russa de ora bem, ora mal, elas travam situações tensas. Quem faz as vezes de pacificador é o Andrew, “acostumado” com o jeito da esposa.
Claro que nem tudo é o que parece e a atuação da dupla Sweeney e Seyfried vai em uma crescente que faz sentido levar tanta gente para as salas do cinema. Afinal, é um suspense psicológico, e tem lá suas porradas anti patriarcal, misógina, freudiana. A mãe de Andrew, Evelyn Winchester, tem interpretação firme de Elizabeth Perkins.
Mais ou menos se fosse um livro e nele houvesse apêndices para tratar sobre o passado e como as principais pessoas da história chegaram até ali.
Vilãs, mocinhas, cada um por si, problemas com raízes estruturais e/ou culturais. Paul Feig conduz isso de uma forma até prática, sem pesar muito a mão. Do meio para frente, The Housemaid faz valer a dica. Na trilha sonora, galerinha vai se identificar bastante. Ou, não. Faixas de Lana Del Rey, Sabrina Carpenter, e Taylor Swift, dentre outros e outras.
Ah, deu. Tá no cinema ainda. Se gostou do filme, depois leia a resenha do Cinema de Buteco, que tá bem bacana. Só clicar aqui.
Abraço

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