Artes visuais no CORDIS de Mato Sul é dica da vez
Sinceridade, se não fosse um empurrão em forma de convite deixaria passar, ou de dar ao menos uma passadinha, na Exposição Cordis. Segundona, abertura na GAV (Galeria de Artes Visuais) da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), no campus Campão.
Chegamos meio atrasado – o meu trampo deu uma enrolada - perdemos a performance. Tudo bem, no rolê aleatório da vez o que também importava era deixar à mostra obras produzidas por 12 artistas de Mato Sul.
À essa altura você deve ter lido por aí que Cordis “é um termo em latim que significa ‘relativo ao coração’”.
Momento nada a ver mas vai assim mesmo: na primeira vez que fitei a palavra pensei na Cordil. Uma mini-rede de conveniência que nem sei se tem ainda na cidade. Muitas histórias acompanhadas por vezes de grau alcoólico considerável sobretudo em meados da década de 90. Mas, nesse caso, deve ser mera coincidência.
Depois desse devaneio “entrega idade”, uma das inspirações da Exposição - que fica até o fim de semana do dia 24 - realmente foi coisas do coração. Um fim de relacionamento, talvez. Desilusão? Daí junta com a necessidade/oportunidade de exibir a arte. Ocupar espaços é pedra cantada, e segue fundamental martelar este tipo de ação.
Pois bem, na sala onde acontece as exibições uma variedade de estilos e, de repente, uma ou mais de uma pode te tocar. Desde quadros, esculturas, palavras, seja em gotas ou espiral, até crochê e tal. Meu, quase que tropecei umas duas vezes em um dos cantos. Minha visão anda por um fio.
Troquei ideia rapidão com Addi, um dos responsáveis pela ação, que citou o olhar para além da capital. Dourados tem muita coisa rolando também. Uma parte dos doze que lá expõe vem de lá. Mó tempão que não passo por lá. Gosto bastante da city.
Como não é muuiito minha praia (“novidade”) observo as obras meio ao pé da letra. Leio a maioria das coisas, ou vejo e revejo quando o material fala por si. Dou uma parada, penso que penso, e quando rola alguma emoção ou detalhe que seja diferente, então acho massa.
Como nada me desagradou, posso falar que, influenciado certamente pelo gosto pessoal, curti bastante o grafite da Bejona, e as escritas de Ana Julião, a (ir)responsável que fez o convite.
Fiz umas imagens da Cordis e vou mandar por aqui. De repente, te anima a dar uma chegadinha lá. Não custa nada, e é de coração.
Opa, só mais dois toquinhos. O primeiro, se quiser souber mais sobre a Cordis, clica aqui. Reportagem da Carolina Rampi sobre a exposição, tá bacana.
O segundo é deixar o nome de cada um(a) dos doze:
Ana Julião; Addi; Marcia Lobo Crochê;
Sabrina Lima; Raique Moura; Kaio Ramos;
Bejona; Lumar; Very Ruim;
Joni Lima; Léo Bueno; João Paulo Martinez
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